Programa de Controle do Tabagismo de Volta Redonda adota auriculoterapia

Programa de Controle do Tabagismo de Volta Redonda adota auriculoterapia


Técnica da Medicina Tradicional Chinesa auxilia pessoas que desejam parar de fumar

O Programa Municipal de Controle do Tabagismo, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Volta Redonda, adotou a prática integrativa auriculoterapia. Os primeiros encontros com o uso da técnica da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), sem uso de agulhas, aconteceram na última semana na Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Açude I, com a participação de 15 pessoas.

A médica Lena Erickson Teixeira Mazoni, que coordena o programa, explicou que o grupo tem, inicialmente, quatro sessões semanais, depois segue em manutenção com duas quinzenais, até 12 sessões mensais. “Os profissionais da unidade serão treinados para utilizar a técnica da auriculoterapia durante as quatro primeiras sessões”, informou Lena, avisando que o uso da prática integrativa será ampliado, gradualmente, para as outras unidades da Atenção Primária à Saúde.

O Programa Municipal de Controle do Tabagismo, que também conta com a atuação da enfermeira Ana Emília Moraes, é voltado para pessoas que usam qualquer tipo de tabaco e desejam para de fumar. Todas as unidades básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (UBSF) têm o programa, e o processo começa quando o indivíduo procura a unidade mais próxima de sua residência para iniciar o tratamento. Em caso de necessidade, unidades sem grupos formados encaminham os pacientes para unidades mais próximas.

O tratamento é baseado no modelo cognitivo-comportamental, visando a mudança de hábitos e comportamentos relacionados ao consumo do tabaco. O programa é dividido em etapas que duram cerca de um ano. Nos primeiros meses, as reuniões são semanais, com o acompanhamento contínuo dos participantes.

O processo inclui a troca de experiências e informações sobre os sintomas relacionados à redução da nicotina, além de instruções práticas para lidar com a abstinência. Após essa fase inicial, o paciente entra na fase de manutenção, que pode durar até dois meses, com encontros mais espaçados. Mesmo após o término do tratamento, a unidade continua disponível para atendimento individualizado, garantindo que o paciente não se sinta desamparado durante o processo.

Foto de divulgação – Secom/PMVR.

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