{"id":69750,"date":"2026-05-19T14:30:00","date_gmt":"2026-05-19T17:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=69750"},"modified":"2026-05-19T14:30:00","modified_gmt":"2026-05-19T17:30:00","slug":"ebola-veja-linha-do-tempo-e-entenda-causa-de-surtos-na-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=69750","title":{"rendered":"Ebola: veja linha do tempo e entenda causa de surtos na \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p> <\/p>\n<div>\n<p><strong>No in\u00edcio do m\u00eas, autoridades sanit\u00e1rias da <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/paises.ibge.gov.br\/#\/dados\/republica-democratica-do-congo\">Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC)<\/a> emitiram alerta sobre um surto de alta mortalidade<\/strong> causado por uma doen\u00e7a at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida no munic\u00edpio de Mongbwalu, na prov\u00edncia de Ituri. O cen\u00e1rio inclu\u00eda at\u00e9 mesmo mortes entre profissionais de sa\u00fade.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1779215137_928_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1779215137_493_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Cerca de 10 dias depois, o <strong>Instituto Nacional de Pesquisa Biom\u00e9dica de Kinshasa, capital da RDC, analisou 13 amostras de sangue colhidas no distrito de Rwampara. A avalia\u00e7\u00e3o laboratorial confirmou a presen\u00e7a do v\u00edrus Bundibugyo, um <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/ebola\">tipo de ebola<\/a>, em oito do total de amostras colhidas.<\/strong><\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta-feira (15), <strong>o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade P\u00fablica, Higiene e Bem-Estar Social da RDC declarou oficialmente o 17\u00ba surto de ebola no pa\u00eds<\/strong>. Simultaneamente, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade de Uganda, pa\u00eds vizinho, confirmou surto de Bundibugyo, ap\u00f3s identificar um caso importado: um congol\u00eas que morreu na capital, Kampala.<\/p>\n<p><a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M\">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/a><\/p>\n<p>No dia seguinte, o diretor-geral da <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.who.int\/pt\/about\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS)<\/a>, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ap\u00f3s consultar ambos os Estados-Membros onde os surtos foram identificados, determinou que o ebola causado pelo v\u00edrus Bundibugyo tanto na RDC quanto em Uganda constitui <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2026-05\/ebola-surto-em-uganda-e-congo-e-emergencia-de-interesse-internacional\">emerg\u00eancia em sa\u00fade p\u00fablica de import\u00e2ncia internacional<\/a>.<\/p>\n<p><strong>A OMS explica que o engajamento da comunidade \u00e9 fundamental para o controle bem-sucedido de qualquer surto.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201c[Isso] depende [tamb\u00e9m] da utiliza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de interven\u00e7\u00f5es, como assist\u00eancia cl\u00ednica, vigil\u00e2ncia e rastreamento de contatos, servi\u00e7os laboratoriais, preven\u00e7\u00e3o e controle de infec\u00e7\u00f5es em unidades de sa\u00fade, sepultamentos seguros.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>As medidas de enfrentamento incluem o envio de equipes de resposta r\u00e1pida, o fornecimento de suprimentos m\u00e9dicos, o refor\u00e7o da vigil\u00e2ncia, da confirma\u00e7\u00e3o laboratorial, das avalia\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e do controle de infec\u00e7\u00f5es, a cria\u00e7\u00e3o de centros de tratamento seguros e o engajamento da comunidade.<\/p>\n<h2>A doen\u00e7a<\/h2>\n<p><strong>O ebola \u00e9 classificado pela pr\u00f3pria OMS como grave, frequentemente fatal, que afeta humanos e outros primatas.<\/strong><\/p>\n<p>O v\u00edrus \u00e9 transmitido aos humanos por animais selvagens, como morcegos frug\u00edvoros, porcos-espinhos e primatas n\u00e3o humanos, e passa de pessoa para pessoa por meio do contato direto com secre\u00e7\u00f5es, sangue, \u00f3rg\u00e3os ou outros fluidos corporais de pacientes infectados.<\/p>\n<p>O cont\u00e1gio tamb\u00e9m ocorre por meio do contato com superf\u00edcies e materiais, como roupas de cama e vestu\u00e1rio, contaminados com fluidos.<\/p>\n<p>A taxa m\u00e9dia de letalidade da doen\u00e7a \u00e9 de cerca de 50%. Em surtos anteriores, segundo a OMS, as taxas de letalidade chegaram a 90%.<\/p>\n<h2>Surtos<\/h2>\n<p><strong>A OMS classifica o surto de ebola registrado entre 2014 e 2016 na \u00c1frica Ocidental como o maior e mais complexo desde a descoberta do v\u00edrus, em 1976.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, houve mais casos e mortes do que em todos os outros surtos combinados. A doen\u00e7a tamb\u00e9m se espalhou entre pa\u00edses, come\u00e7ando na Guin\u00e9 e atravessando fronteiras terrestres para Serra Leoa e Lib\u00e9ria.<\/p>\n<h2>Sintomas<\/h2>\n<p>O per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o do ebola \u2013 intervalo de tempo entre a infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus e o in\u00edcio dos sintomas \u2013 varia de dois a 21 dias. Segundo a OMS, a pessoa infectada n\u00e3o transmite a doen\u00e7a at\u00e9 desenvolver sintomas.<\/p>\n<p><strong>As altera\u00e7\u00f5es f\u00edsicas incluem febre, fadiga, mal-estar, dores musculares, dor de cabe\u00e7a e dor de garganta. Em seguida, aparecem v\u00f4mitos, diarreia, dor abdominal, erup\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas e sintomas de comprometimento das fun\u00e7\u00f5es renais e hep\u00e1ticas. <\/strong>Em casos menos frequentes, podem ocorrer sangramentos internos e externos.\u00a0<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria OMS avalia que pode ser dif\u00edcil distinguir clinicamente o ebola de outras doen\u00e7as infecciosas, como mal\u00e1ria, febre tifoide e meningite. Por esse motivo, diversos testes diagn\u00f3sticos foram desenvolvidos para confirmar a presen\u00e7a do v\u00edrus.<\/p>\n<h2>Tratamento e preven\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>O tratamento intensivo precoce, incluindo a reidrata\u00e7\u00e3o com fluidos orais ou intravenosos<\/strong>, e o tratamento de sintomas espec\u00edficos, segundo a OMS, melhoram a sobrevida do paciente.<\/p>\n<p><strong>Especificamente para a doen\u00e7a causada pelo v\u00edrus Ebola (DEV), a OMS recomenda o tratamento com os anticorpos monoclonais.<\/strong> J\u00e1 para outras doen\u00e7as causadas pelo ebola, como \u00e9 o caso do v\u00edrus Bundibugyo, n\u00e3o existem terapias aprovadas.<\/p>\n<p>Duas vacinas foram aprovadas para DEV: a Ervebo e a Zabdeno e Mvabea. A vacina Ervebo \u00e9 recomendada pela entidade como parte da resposta a surtos identificados.<\/p>\n<p><strong>Para orientar a popula\u00e7\u00e3o, a OMS preparou uma lista com as principais perguntas e respostas sobre o ebola.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 o ebola?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma enfermidade rara, por\u00e9m grave, causada por um v\u00edrus pertencente ao g\u00eanero Orthoebolavirus, da fam\u00edlia Filoviridae. As taxas de mortalidade variaram de 25% a 90%.<\/p>\n<p>Seis esp\u00e9cies de Orthoebolavirus foram identificadas at\u00e9 o momento, sendo tr\u00eas conhecidas por causarem grandes surtos: Ebola,\u00a0Sud\u00e3o e Bundibugyo.<\/p>\n<p>O reservat\u00f3rio animal dos v\u00edrus \u00e9 desconhecido, mas as evid\u00eancias atuais sugerem que morcegos frug\u00edvoros (Pteropodidae) podem ser hospedeiros.<\/p>\n<p><strong>Quais os sintomas t\u00edpicos da doen\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p>Os sintomas podem surgir repentinamente e incluem:<\/p>\n<ul>\n<li>febre;<\/li>\n<li>fadiga;<\/li>\n<li>dores musculares;<\/li>\n<li>dor de cabe\u00e7a e dor de garganta.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Esses sintomas podem ser seguidos por:<\/p>\n<ul>\n<li>v\u00f4mito;<\/li>\n<li>diarreia;<\/li>\n<li>feridas na pele;<\/li>\n<li>sangramento interno e externo.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Quanto tempo para manifesta\u00e7\u00e3o dos sintomas?<\/strong><\/p>\n<p>O intervalo de tempo entre a infec\u00e7\u00e3o e o in\u00edcio dos sintomas varia de dois a 21 dias. As pessoas s\u00f3 se tornam contagiosas ap\u00f3s desenvolverem sintomas.<br \/>Pode ser dif\u00edcil distinguir clinicamente o ebola de outras doen\u00e7as infecciosas, como mal\u00e1ria, febre tifoide, dengue ou doen\u00e7a do v\u00edrus de Marburg.<br \/>Mesmo quando as pessoas desenvolvem sintomas semelhantes aos do ebola, somente um exame laboratorial pode confirmar se a causa \u00e9 o v\u00edrus.<\/p>\n<p><strong>Como o ebola se espalha?<\/strong><\/p>\n<p>O v\u00edrus se espalha mais comumente de pessoa para pessoa por meio da exposi\u00e7\u00e3o ao sangue ou a outros fluidos corporais (principalmente fezes, v\u00f4mito, suor e saliva) de uma pessoa infectada, viva ou morta.<\/p>\n<p>Isso ocorre quando o v\u00edrus entra no corpo atrav\u00e9s de pele lesionada ou de membranas mucosas, como olhos, nariz ou boca, geralmente quando algu\u00e9m est\u00e1 cuidando de um paciente ou tocando o corpo de algu\u00e9m que morreu da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o tamb\u00e9m ocorre pelo contato ou manuseio de objetos contaminados com fluidos corporais de uma pessoa doente ou de algu\u00e9m que morreu de ebola.<\/p>\n<p>Em casos raros, a transmiss\u00e3o de um homem recuperado para sua parceira sexual foi documentada. Isso acontece porque o v\u00edrus pode persistir por algum tempo no s\u00eamen de alguns homens recuperados da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Quais medidas\u00a0para se proteger durante epis\u00f3dios de surto?<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>evitar contato f\u00edsico com indiv\u00edduos suspeitos ou confirmados com ebola;<\/li>\n<li>n\u00e3o manusear corpos de pessoas que apresentaram sintomas de ebola e morreram sem as devidas precau\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>lavar as m\u00e3os regularmente, seguindo as melhores pr\u00e1ticas recomendadas pelas autoridades locais para a lavagem das m\u00e3os.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>O que as pessoas devem fazer para conter\u00a0infec\u00e7\u00e3o por animais?<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>evitar\u00a0comer animais mortos ou toc\u00e1-los sem medidas de prote\u00e7\u00e3o, especialmente durante um surto de ebola;<\/li>\n<li>lavar\u00a0bem as m\u00e3os antes e depois de tocar em qualquer animal ou produto de origem animal;<\/li>\n<li>cozinhar\u00a0bem os produtos de origem animal (sangue e carne) antes do consumo.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Quem corre maior risco?<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>profissionais de sa\u00fade e assist\u00eancia social em contato pr\u00f3ximo com pacientes;<\/li>\n<li>cuidadores, familiares ou outras pessoas em contato f\u00edsico direto com pessoas infectadas;<\/li>\n<li>pessoas em luto que t\u00eam contato f\u00edsico direto com os corpos durante funerais ou rituais de sepultamento.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Quais provid\u00eancias tomar,\u00a0ap\u00f3s contato f\u00edsico\u00a0com infectados?<\/strong><\/p>\n<p>Se uma pessoa teve contato f\u00edsico direto com algu\u00e9m infectado ou com suspeita de ebola, pode estar sob risco de desenvolver a doen\u00e7a. A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 entrar em contato com seu m\u00e9dico ou com o posto de sa\u00fade local para entender sobre os pr\u00f3ximos passos.<\/p>\n<p>Uma vez que a pessoa \u00e9 identificada como \u201ccontato\u201d, sua sa\u00fade ser\u00e1 monitorada por 21 dias ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o. Autoridades locais ou profissionais de sa\u00fade ir\u00e3o orient\u00e1-la sobre comportamentos recomendados e incentiv\u00e1-la a:<\/p>\n<ol>\n<li>aceitar visitas di\u00e1rias da equipe de rastreamento de contatos para monitorar a sa\u00fade;<\/li>\n<li>permitir que a temperatura seja aferida;<\/li>\n<li>responder a todas as perguntas com a maior precis\u00e3o poss\u00edvel e tirara todas as d\u00favidas;<\/li>\n<li>relatar sintomas (se houver) assim que os desenvolver;<\/li>\n<li>evitar viagens, a menos que a viagem tenha sido discutida com a autoridade de sa\u00fade local;<\/li>\n<li>tomar a vacina, se dispon\u00edvel.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Existe tratamento para o ebola?<\/strong><\/p>\n<p>Existem dois tratamentos aprovados para adultos e crian\u00e7as com a doen\u00e7a do v\u00edrus ebola: o Ansuvimab e o Inmazeb. Com base nesses f\u00e1rmacos, novos tratamentos potenciais, segundo a OMS, est\u00e3o sendo avaliados para outros ortoebolav\u00edrus, mas ainda n\u00e3o foram totalmente testados.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 poss\u00edvel tratar a doen\u00e7a\u00a0em casa?<\/strong><\/p>\n<p>A OMS n\u00e3o recomenda que fam\u00edlias ou comunidades cuidem de pessoas com ebola em casa. Pessoas com sintomas devem procurar atendimento em um centro de sa\u00fade. O tratamento precoce em um centro de refer\u00eancia \u00e9 essencial e pode aumentar as chances de recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se uma pessoa morrer\u00a0em casa com suspeita de ebola, a comunidade e os familiares devem evitar manusear ou preparar o corpo para o enterro. A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 entrar em contato imediatamente com as autoridades de sa\u00fade locais para realizar um sepultamento seguro e digno, de acordo com os desejos da fam\u00edlia.<\/p>\n<p><strong>O que fazer se precisar viajar?<\/strong><\/p>\n<p>A OMS n\u00e3o recomenda, at\u00e9 o momento, restri\u00e7\u00f5es comerciais ou de circula\u00e7\u00e3o, como confinamentos ou quarentenas, em \u00e1reas afetadas pelo ebola.<\/p>\n<p>No entanto, viagens de pessoas que tiveram contato pr\u00f3ximo com casos de ebola devem ser minimizadas ou adiadas sempre que poss\u00edvel, para evitar a propaga\u00e7\u00e3o do v\u00edrus.<\/p>\n<p>Se a viagem de uma pessoa que teve contato com o v\u00edrus for necess\u00e1ria, ela deve ser discutida e supervisionada pelas autoridades de sa\u00fade p\u00fablica para que seja garantido o acompanhamento adequado na \u00e1rea de destino.<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p>, Paula Laboissi\u00e8re \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-05\/ebola-veja-cronologia-da-doenca-e-entenda-causa-de-surtos-na-africa\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio do m\u00eas, autoridades sanit\u00e1rias da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) emitiram alerta sobre um surto de alta mortalidade causado por uma doen\u00e7a at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida no munic\u00edpio de Mongbwalu, na prov\u00edncia de Ituri. 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