{"id":67035,"date":"2026-03-25T13:00:00","date_gmt":"2026-03-25T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/tortura-em-israel-tem-apoio-do-estado-e-sociedade-diz-relatora-da-onu\/"},"modified":"2026-03-25T13:00:00","modified_gmt":"2026-03-25T16:00:00","slug":"tortura-em-israel-tem-apoio-do-estado-e-sociedade-diz-relatora-da-onu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=67035","title":{"rendered":"Tortura em Israel tem apoio do Estado e sociedade, diz relatora da ONU"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p><strong>A tortura contra crian\u00e7as, mulheres e homens palestinos \u00e9 sistem\u00e1tica, generalizada e se tornou doutrina de Estado em Israel, afirma a relatora especial das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) para os direitos humanos nos territ\u00f3rios palestinos ocupados, Francesca Albanese.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1774458729_276_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1774458729_617_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Em relat\u00f3rio publicado nesta semana, Albanese sustenta que a pr\u00e1tica tem apoio dos altos escal\u00f5es do Executivo, do Legislativo e do Judici\u00e1rio, al\u00e9m da pr\u00f3pria sociedade civil, sendo parte de uma domina\u00e7\u00e3o colonial e uma arma do genoc\u00eddio em curso contra o povo palestino.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00a0\u201cAl\u00e9m do aparato estatal, profissionais da sa\u00fade, autoridades religiosas, jornalistas, acad\u00eamicos, figuras p\u00fablicas e outros segmentos da sociedade contribu\u00edram para a ret\u00f3rica, o consentimento e as condi\u00e7\u00f5es operacionais que sustentam essas viola\u00e7\u00f5es\u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Apesar de destacar que a tortura sempre foi praticada contra os palestinos em Israel, ela teria ganho mais recentemente uma escala sem precedentes e uma legitima\u00e7\u00e3o social que perpetua a impunidade.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO que antes funcionava nas sombras agora \u00e9 praticado abertamente: um regime de humilha\u00e7\u00e3o, dor e degrada\u00e7\u00e3o organizadas, sancionado nos mais altos escal\u00f5es pol\u00edticos\u201d, completa a relatora da ONU para os territ\u00f3rios palestinos. \u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=457426:medio_4colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1774458729_606_loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2026-03-24t091404z_1314392861_rc2waka3hdrn_rtrmadp_3_israel-palestinians-un-expert.jpg\" alt=\"Francesca Albanese, UN special rapporteur on human rights in the Palestinian territories, attends a news conference during the Human Rights Council at the United Nations in Geneva, Switzerland, March 24, 2026. REUTERS\/Denis Balibouse\" title=\"REUTERS\/Denis Balibouse\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2026-03-24t091404z_1314392861_rc2waka3hdrn_rtrmadp_3_israel-palestinians-un-expert.jpg\" alt=\"Francesca Albanese, UN special rapporteur on human rights in the Palestinian territories, attends a news conference during the Human Rights Council at the United Nations in Geneva, Switzerland, March 24, 2026. REUTERS\/Denis Balibouse\" title=\"REUTERS\/Denis Balibouse\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=457426 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<p><!--copyright=457426-->Relatora especial das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) para os direitos humanos nos territ\u00f3rios palestinos ocupados, Francesca Albanese.\u00a0<strong>REUTERS\/Denis Balibouse\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><!--END copyright=457426--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Proibida de entrar em Israel, Francesca Albanese descreve, em 23 p\u00e1ginas de <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/documents\/country-reports\/ahrc6171-torture-and-genocide-report-special-rapporteur-situation-human\">relat\u00f3rio<\/a>, o resultado de mais de 300 depoimentos, incluindo relatos de sobreviventes das torturas, denunciantes israelenses e organiza\u00e7\u00f5es que atuam nas pris\u00f5es de Israel.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>Em nota, a miss\u00e3o de Israel em Genebra acusa a autora de antissemitismo<\/strong> e defende que o relat\u00f3rio \u201cmina fundamentalmente a credibilidade e a autoridade moral dos \u00f3rg\u00e3os de direitos humanos da ONU&#8221;.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Qualquer documento que ela produza nada mais \u00e9 do que um discurso ativista e politicamente carregado\u201d, informou em nota.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>As torturas<\/h2>\n<p><strong>O documento afirma que as torturas, praticadas inclusive contra crian\u00e7as, v\u00e3o desde estupros, fome induzida, priva\u00e7\u00e3o de sono, queimaduras com cigarros, afogamento simulado, espancamentos, exposi\u00e7\u00e3o ao frio e choques el\u00e9tricos, at\u00e9 uso de c\u00e3es de ataque.<\/strong> Os detidos s\u00e3o descritos como \u201cesqueletos humanos\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOficiais israelenses urinam nos detidos. Militares israelenses cometeram estupro, incluindo estupro coletivo, frequentemente envolvendo objetos como barras de ferro, cassetetes e detectores de metal. Detentos s\u00e3o submetidos a espancamentos e choques el\u00e9tricos nos genitais ou no \u00e2nus\u201d, descreve Albanese.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A tortura tamb\u00e9m seria praticada contra crian\u00e7as, que vem sendo detidas de forma \u201cadministrativa\u201d, ou seja, sem acusa\u00e7\u00e3o formal \u201ce lhes \u00e9 negado o contato com a fam\u00edlia e o acesso significativo a advogados, inclusive durante interrogat\u00f3rios\u201d.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Albanese calculou que, desde outubro de 2023, Israel prendeu mais de 18,5 mil palestinos, incluindo ao menos 1,5 mil crian\u00e7as. <\/strong>Em fevereiro deste ano, Israel mantinha 3,3 mil presos sem acusa\u00e7\u00e3o e outras 4 mil pessoas teriam sido submetidas a desaparecimento for\u00e7ado, \u201ce \u00e9 prov\u00e1vel que muitas tenham falecido\u201d.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio ainda denuncia que tem sido negado o acesso de\u00a0advogados dos presos e organiza\u00e7\u00f5es humanit\u00e1rias aos centros de deten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Impunidade<\/h2>\n<p>O relat\u00f3rio destaca que o poder Judici\u00e1rio tem privilegiado as reivindica\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a em detrimento dos direitos fundamentais, com os tribunais militares da Cisjord\u00e2nia autorizando a deten\u00e7\u00e3o com base em confiss\u00f5es sob coa\u00e7\u00e3o, \u201csancionando, na pr\u00e1tica, a tortura\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO resultado foi uma impunidade quase total: mais de 1.300 den\u00fancias de tortura entre 2001 e 2020 resultaram em duas investiga\u00e7\u00f5es e nenhuma acusa\u00e7\u00e3o formal\u201d, diz o documento.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Albanese acrescenta que, embora as aut\u00f3psias tenham indicado causas de morte como tortura, desnutri\u00e7\u00e3o e nega\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia m\u00e9dica, nenhum funcion\u00e1rio do Estado foi responsabilizado at\u00e9 2020. \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Desde outubro de 2023, apenas um caso foi levado a julgamento. Em fevereiro de 2025, um tribunal militar condenou um reservista a sete meses de pris\u00e3o por agredir detentos amarrados e vendados.<\/p>\n<h2>Suposto estupro gravado<\/h2>\n<p>A especialista da ONU cita o caso que ganhou repercuss\u00e3o na m\u00eddia israelense e internacional do suposto estupro coletivo contra um prisioneiro palestino na pris\u00e3o militar de Sde Teiman, em julho de 2024.<\/p>\n<p>Um v\u00eddeo vazado foi transmitido nas emissoras do pa\u00eds. Nas imagens, \u00e9 poss\u00edvel ver guardas empurrando o detido contra a parede enquanto protegem o ato com seus escudos.<\/p>\n<p>O funcion\u00e1rio respons\u00e1vel pelo vazamento do v\u00eddeo do crime \u201cfoi vilipendiado e processado, enquanto os perpetradores foram celebrados e protegidos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cMinistros de alto escal\u00e3o descreveram a tortura como um \u2018trabalho sagrado\u2019, as investiga\u00e7\u00f5es como \u2018trai\u00e7\u00e3o nacional\u2019 e os abusadores como \u2018guerreiros heroicos\u2019. Um rabino ofereceu b\u00ean\u00e7\u00e3os e o p\u00fablico, em sua maioria, se op\u00f4s a qualquer investiga\u00e7\u00e3o\u201d, escreveu a relatora da ONU.<\/p>\n<p>Os militares negaram as acusa\u00e7\u00f5es e foram recebidos, com rosto coberto, nas emissoras israelenses para se defenderem, gerando uma press\u00e3o para sua absolvi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o deste ano, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Militar retirou todas as acusa\u00e7\u00f5es contra os cinco soldados, medida que foi comemorada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;O Estado de Israel deve perseguir seus inimigos, n\u00e3o seus guerreiros heroicos&#8221;, disse o chefe do governo em Tel Aviv.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Executivo<\/h2>\n<p>Ainda segundo o relat\u00f3rio, a escalada da tortura nas pris\u00f5es israelenses \u00e9 um plano coordenado pelo ministro de seguran\u00e7a nacional do pa\u00eds, Itamar Bem-Gvir, que defende que realizou uma \u201crevolu\u00e7\u00e3o prisional\u201d.\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cBen-Gvir descreveu publicamente a degrada\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es dos prisioneiros como um de seus maiores objetivos, ordenando redu\u00e7\u00f5es dr\u00e1sticas na ingest\u00e3o cal\u00f3rica, defendendo essa pol\u00edtica de fome perante a Suprema Corte de Israel\u201d, diz o documento.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em mar\u00e7o de 2025, tais condi\u00e7\u00f5es levaram \u00e0 morte do palestino Walid Khalid Ahmad, de 17 anos, na pris\u00e3o de Megido. \u201cUma aut\u00f3psia documentou inani\u00e7\u00e3o, desidrata\u00e7\u00e3o, infec\u00e7\u00f5es n\u00e3o tratadas e neglig\u00eancia sist\u00eamica\u201d, diz o relat\u00f3rio da ONU.<\/p>\n<p><strong>Desde outubro de 2023, entre 84 e 94 palestinos morreram sob cust\u00f3dia do Estado de Israel.<\/strong><\/p>\n<h2>Genoc\u00eddio<\/h2>\n<p><strong>A relatora da ONU Francesca Albanese conclui que a institucionaliza\u00e7\u00e3o da tortura contra palestinos em Israel \u00e9 uma doutrina de Estado que comp\u00f5e o genoc\u00eddio em curso com objetivo de anexar os territ\u00f3rios palestinos.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cUm regime cont\u00ednuo e territorialmente disseminado de terror psicol\u00f3gico est\u00e1 sendo imposto, concebido para destruir corpos, privar um povo de sua dignidade e for\u00e7\u00e1-lo a deixar suas terras. Esta n\u00e3o \u00e9 uma viol\u00eancia incidental. \u00c9 a arquitetura do colonialismo de assentamento\u201d, diz o documento.<\/p>\n<p>Albanese acrescenta que esse sistema tem sido apoiado pela \u201cind\u00fastria global de seguran\u00e7a\u201d e pela \u201cina\u00e7\u00e3o\u201d de outros Estados e pede que os pa\u00edses atuem para interromper esse processo.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOs Estados-membros devem cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es legais de prevenir e punir o genoc\u00eddio, a tortura e outras viola\u00e7\u00f5es graves do direito internacional\u201d, disse.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Israel<\/h2>\n<p><strong>O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu voltou a acusar a relatora da ONU para os territ\u00f3rios palestinos de \u201cdistor\u00e7\u00e3o\u201d. Em comunicado de tr\u00eas par\u00e1grafos, Israel diz que Albenese deveria ter sido demitida h\u00e1 muito tempo.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA conduta de Albanese desacredita sua posi\u00e7\u00e3o e desonra a institui\u00e7\u00e3o que ela representa. Ela perdeu toda a autoridade para falar sobre direitos humanos e \u00e9 inadequada para cumprir seu mandato\u201d, diz Tel Aviv.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A representa\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica israelense acrescenta que a autora do estudo usa a ONU para se \u201cenvolver em antissemitismo virulento\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA credibilidade das Na\u00e7\u00f5es Unidas e de seu aparato de direitos humanos depende da aplica\u00e7\u00e3o consistente de padr\u00f5es universais e da rejei\u00e7\u00e3o de qualquer forma de intoler\u00e2ncia, incita\u00e7\u00e3o ou legitima\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia\u201d, diz o comunicado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p>, Lucas Pordeus Le\u00f3n &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2026-03\/tortura-em-israel-tem-apoio-do-estado-e-sociedade-diz-relatora-da-onu\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tortura contra crian\u00e7as, mulheres e homens palestinos \u00e9 sistem\u00e1tica, generalizada e se tornou doutrina de Estado em Israel, afirma a relatora especial das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) para os direitos humanos nos territ\u00f3rios palestinos ocupados, Francesca Albanese. Em relat\u00f3rio publicado nesta semana, Albanese sustenta que a pr\u00e1tica tem apoio dos altos escal\u00f5es do Executivo, do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":67036,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-67035","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/67035","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=67035"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/67035\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/67036"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=67035"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=67035"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=67035"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}