{"id":6312,"date":"2022-06-09T10:52:00","date_gmt":"2022-06-09T13:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/industria-cresce-01-em-abril-diz-ibge\/"},"modified":"2022-06-09T10:52:00","modified_gmt":"2022-06-09T13:52:00","slug":"industria-cresce-01-em-abril-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=6312","title":{"rendered":"Ind\u00fastria cresce 0,1% em abril, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p>[<\/p>\n<div>\n<p>A ind\u00fastria cresceu 0,1% em abril, segundo a\u00a0Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).\u00a0Oito dos 15 locais investigados acompanharam o resultado positivo. As maiores altas foram registradas no Rio\u00a0de Janeiro\u00a0(5,9%), em Santa Catarina (3,3%) e na Bahia (3%).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1654786817_254_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1654786817_887_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Apesar de percentuais mais baixos, a produ\u00e7\u00e3o em Pernambuco (2%), no Par\u00e1 (1,9%), na Regi\u00e3o Nordeste (1,5%) e no Rio Grande do Sul (0,5%) tamb\u00e9m subiu acima da m\u00e9dia nacional. J\u00e1 o estado do Amazonas (0,1%) ficou no mesmo patamar. Em movimento contr\u00e1rio, Mato Grosso (-4,7%), Paran\u00e1 (-4,3%) e S\u00e3o Paulo (-2,8%) tiveram recuos mais acentuados.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, no per\u00edodo entre fevereiro e abril, a m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral ficou positiva em 11 dos 15 locais pesquisados. Os destaques foram Par\u00e1 (6,3%), Minas Gerais (3,3%), Pernambuco (3,2%), Amazonas (3,2%), Cear\u00e1 (2,7%), Rio\u00a0de Janeiro\u00a0(2,7%) e Regi\u00e3o Nordeste (2,5%). No acumulado do ano, no entanto, houve recuo em 11 dos 15 locais pesquisados, principalmente no Par\u00e1 (-10,2%), no Cear\u00e1 (-9%) e em Santa Catarina (-8,1%).<\/p>\n<p>Em 12 meses, a ind\u00fastria nacional caiu 0,3% e sete dos 15 locais pesquisados tiveram taxas negativas em abril de 2022. \u201cAmazonas (de 6,5% para 1,5%), Paran\u00e1 (de 5,8% para 2,1%), Santa Catarina (de 3,5% para 0,1%), Rio Grande do Sul (de 5,2% para 2%), Cear\u00e1 (de -0,9% para -3,7%), Esp\u00edrito Santo (de 6,4% para 3,8%), S\u00e3o Paulo (de 1,6% para -0,7%) e Minas Gerais (de 7% para 4,8%) mostraram as principais perdas entre mar\u00e7o e abril de 2022, enquanto Bahia (de -8,8% para -6,9%) e Mato Grosso (de 7,1% para 8,4%) assinalaram os maiores ganhos entre os dois per\u00edodos\u201d, apontou a pesquisa.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados,\u00a0hoje\u00a0(9), pelo IBGE. Para o analista da pesquisa, Bernardo Almeida, fatores como a infla\u00e7\u00e3o elevada, a baixa massa de rendimento, que reduz o consumo das fam\u00edlias, o encarecimento das mat\u00e9rias-primas e o desabastecimento de insumos explicam o crescimento t\u00edmido em abril. \u201cTudo isso recai diretamente sobre a cadeia produtiva, diminuindo o ritmo da produ\u00e7\u00e3o industrial\u201d, observou.<\/p>\n<p>O resultado do Rio\u00a0de Janeiro, que foi a\u00a0segunda\u00a0taxa positiva consecutiva para a ind\u00fastria fluminense, representou a principal influ\u00eancia\u00a0no resultado. O avan\u00e7o foi causado pelo desempenho do setor de coque e dos produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis, impactando ainda o setor de metalurgia. \u201cFoi a taxa mais intensa para o Rio desde julho de 2020, quando a ind\u00fastria fluminense atingiu 8% de crescimento\u201d, informou o analista.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, a alta de 3,3% de Santa Catarina, que ficou em segundo lugar nos destaques\u00a0de abril, foi influenciada em grande parte pela ind\u00fastria do vestu\u00e1rio. Com o resultado, o estado eliminou parte da sua queda do m\u00eas anterior, que atingiu 3,5%.<\/p>\n<p>Segundo o analista, a principal influ\u00eancia negativa no \u00edndice nacional foi a queda de 2,8% de S\u00e3o Paulo. O estado responde por aproximadamente 34% da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. \u201cO baixo desempenho do setor de ve\u00edculos automotores e o de m\u00e1quinas e equipamentos tiveram o maior peso nesse resultado\u201d, explicou Bernardo Almeida.<\/p>\n<p>A pesquisa mostrou ainda que em abril, cinco dos 15 locais pesquisados atingiram \u00edndices acima do patamar pr\u00e9-pandemia de covid-19, registrada em fevereiro de 2020. Minas Gerais e Rio\u00a0de Janeiro\u00a0ficaram em 5,8%;\u00a0Mato Grosso, 5%;\u00a0Rio Grande do Sul, 3% e Santa Catarina 2,9%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2021, a produ\u00e7\u00e3o industrial caiu 0,5% com taxas negativas em sete dos 15 locais pesquisados. O IBGE destacou que abril de 2022 teve 19 dias \u00fateis, ou seja, um dia a menos do que o mesmo m\u00eas do ano anterior.<\/p>\n<h2>Pesquisa<\/h2>\n<p>A PIM Regional produz, desde a d\u00e9cada de 1970,\u00a0indicadores de curto prazo, relativos ao comportamento do produto real das ind\u00fastrias extrativa e de transforma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m dos \u00edndices mensais de 14 unidades da federa\u00e7\u00e3o cuja participa\u00e7\u00e3o \u00e9 de, no m\u00ednimo, 1% no total do valor da transforma\u00e7\u00e3o industrial nacional, a pesquisa inclui o Nordeste. Os locais pesquisados s\u00e3o Amazonas, Par\u00e1, Cear\u00e1, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Rio\u00a0de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goi\u00e1s e Regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>, author]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2022-06\/industria-cresce-01-em-abril-diz-ibge\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ A ind\u00fastria cresceu 0,1% em abril, segundo a\u00a0Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).\u00a0Oito dos 15 locais investigados acompanharam o resultado positivo. As maiores altas foram registradas no Rio\u00a0de Janeiro\u00a0(5,9%), em Santa Catarina (3,3%) e na Bahia (3%). 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