{"id":59998,"date":"2025-10-25T16:42:00","date_gmt":"2025-10-25T19:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/brasil-se-despede-do-mundial-de-ginastica-artistica-sem-medalhas\/"},"modified":"2025-10-25T16:42:00","modified_gmt":"2025-10-25T19:42:00","slug":"brasil-se-despede-do-mundial-de-ginastica-artistica-sem-medalhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=59998","title":{"rendered":"Brasil se despede do Mundial de Gin\u00e1stica Art\u00edstica sem medalhas"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o deste ano do Campeonato Mundial de Gin\u00e1stica Art\u00edstica, realizada em Jacarta, na Indon\u00e9sia, chegou ao fim. Pela primeira vez desde 2017, o Brasil se despediu da competi\u00e7\u00e3o sem ir ao p\u00f3dio. A \u00faltima esperan\u00e7a de medalha era Fl\u00e1via Saraiva, que ficou em quarto lugar na final da trave, disputada neste s\u00e1bado (25).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1761423293_602_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1761423294_960_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p><strong>O desempenho da carioca, de 26 anos, foi o melhor da equipe brasileira no evento e o mais positivo dela em Mundiais na trave, superando a sexta posi\u00e7\u00e3o de Stuttgart, na Alemanha, em 2019<\/strong>. Na Olimp\u00edada do Rio de Janeiro, em 2016, a ginasta ficou em quinto.<\/p>\n<p>Fl\u00e1via se classificou \u00e0 final da trave com o segundo melhor desempenho das eliminat\u00f3rias, com 13.833 pontos (5.5 pela dificuldade do movimento e 8.333 pela execu\u00e7\u00e3o). Para brigar pelo p\u00f3dio, a brasileira optou por uma s\u00e9rie mais complexa, que valeu 5.7 de nota. Com os 8.200 pontos que recebeu pela realiza\u00e7\u00e3o da acrobacia, sem erros, a carioca totalizou 13.900.<\/p>\n<p>As medalhistas, por\u00e9m, obtiveram notas acima de 14, com movimentos ainda mais dif\u00edceis e cravados. O ouro foi para a chinesa Zhang Qingying (15.166), com a argelina Kaylia Nemour (14.300) levando a prata e a japonesa Aiko Sugihara sendo bronze.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Queria muito tirar esse peso de que, em finais, a Fl\u00e1via n\u00e3o acerta. Hoje [s\u00e1bado], fiquei orgulhosa do meu trabalho, de tudo o que fiz ao longo do ano. Esta final foi um pouco at\u00edpica. Poucas erraram. Isso \u00e9 \u00f3timo para a gin\u00e1stica, mostra o quanto est\u00e1 competitiva. Fiquei muito contente de abrir a final e acertar a s\u00e9rie logo de cara. \u00c9 sempre um desafio ser a primeira, mas consegui fazer exatamente o que vinha treinando&#8221;, disse Fl\u00e1via, \u00e0 Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Gin\u00e1stica (CBG).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m de Fl\u00e1via, apenas o fluminense Caio Souza e o paulista Diogo Soares disputaram finais em Jacarta. No individual geral (prova em que os atletas competem em todos os aparelhos), o primeiro ficou em nono e o segundo em 17\u00ba. Caio tamb\u00e9m esteve na decis\u00e3o das argolas, terminando em sexto.<\/p>\n<p><strong>Vale lembrar que Rebeca Andrade, respons\u00e1vel por quatro das seis medalhas do Brasil no Mundial de 2023, em Antu\u00e9rpia, n\u00e3o esteve na edi\u00e7\u00e3o deste ano. A paulista decidiu n\u00e3o competir em 2025<\/strong>. O desempenho na edi\u00e7\u00e3o belga do evento segue como o mais positivo da gin\u00e1stica brasileira at\u00e9 hoje: um ouro, tr\u00eas pratas e dois bronzes.<\/p>\n<h2>Mundial de Taekwondo<\/h2>\n<p>O segundo dia do Campeonato Mundial de Taekwondo, em Wuxi, na China, teve dois brasileiros no tatame, ambos estreantes na competi\u00e7\u00e3o. O paulista Guilherme Morais perdeu nas oitavas de final para o sul-coreano Jun Jang, ap\u00f3s derrotar o afeg\u00e3o Mohsen Rezaee e o italiano Dennis Baretta nos combates da categoria at\u00e9 63 quilos (kg). J\u00e1 a catarinense Camilly Camargo caiu na segunda rodada para a cazaque Nodira Akhomedova, depois de vencer indiana Twisha Kakadiya na categoria at\u00e9 49 kg.<\/p>\n<p>O Brasil ser\u00e1 representado pelo fluminense Matheus Gilliard (at\u00e9 54 kg), o mineiro \u00cdcaro Miguel (at\u00e9 87 kg) e a paulista Thaisa de Souza (73 kg) nas lutas deste domingo (26). O pa\u00eds j\u00e1 foi ao topo do p\u00f3dio em Wuxi com a paulista Maria Clara Pacheco, campe\u00e3 da categoria at\u00e9 57 kg na \u00faltima sexta-feira (24), repetindo o feito da paranaense Nat\u00e1lia Falavigna 20 anos antes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p>, Lincoln Chaves &#8211; Rep\u00f3rter da EBC<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/esportes\/noticia\/2025-10\/brasil-se-despede-do-mundial-de-ginastica-artistica-sem-medalhas\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o deste ano do Campeonato Mundial de Gin\u00e1stica Art\u00edstica, realizada em Jacarta, na Indon\u00e9sia, chegou ao fim. Pela primeira vez desde 2017, o Brasil se despediu da competi\u00e7\u00e3o sem ir ao p\u00f3dio. 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