{"id":59054,"date":"2025-10-09T17:46:00","date_gmt":"2025-10-09T20:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/censo-mostra-renda-menor-de-indigenas-e-nas-regioes-norte-e-nordeste\/"},"modified":"2025-10-09T17:46:00","modified_gmt":"2025-10-09T20:46:00","slug":"censo-mostra-renda-menor-de-indigenas-e-nas-regioes-norte-e-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=59054","title":{"rendered":"Censo mostra renda menor de ind\u00edgenas e nas regi\u00f5es Norte e Nordeste"},"content":{"rendered":"<p>[<\/p>\n<div>\n<p><strong>Cerca de 41% da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do Brasil vive com menos de um 1\/4 de sal\u00e1rio m\u00ednimo per capita por m\u00eas, segundo dados do m\u00f3dulo sobre Trabalho e Rendimento do Censo 2022, <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-10\/censo-2022-mulheres-tem-mais-estudo-mas-ganham-menos-que-homens\">divulgado nesta quinta-feira<\/a> (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). <\/strong>A propor\u00e7\u00e3o \u00e9 maior que a da popula\u00e7\u00e3o brasileira em geral, que foi de 13,3% naquele ano.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1760064520_709_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1760064520_971_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>A pesquisa identificou ainda que a propor\u00e7\u00e3o foi maior que a m\u00e9dia nacional entre as pessoas pretas e pardas, e menor entre as brancas e amarelas.<\/p>\n<p><strong>Em n\u00fameros, a renda domiciliar per capita m\u00e9dia do Brasil foi de R$ 1.638 em 2022, diminuindo para cerca de R$ 1.070 nas Regi\u00f5es Norte e Nordeste, subindo para cerca de R$1900 no Sudeste e Centro-Oeste, e alcan\u00e7ando a maior cifra no Sul: R$ 2.058.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O valor calculado pelo IBGE se refere aos rendimentos obtidos de todas as fontes, incluindo sal\u00e1rio, pens\u00f5es, benef\u00edcios sociais e alugu\u00e9is, entre outros, recebidos e divididos por todos os moradores do domic\u00edlio.<\/p>\n<h2>Regi\u00f5es\u00a0<\/h2>\n<p>O Censo identificou que 61% da popula\u00e7\u00e3o tinha renda domiciliar de at\u00e9 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo e tamb\u00e9m identificou diferen\u00e7as regionais nessa propor\u00e7\u00e3o. O Sul foi a \u00fanica regi\u00e3o em que a maioria da popula\u00e7\u00e3o tinha renda per capita superior a 1 sal\u00e1rio. J\u00e1 no Sudeste e do Centro-Oeste, essa propor\u00e7\u00e3o ficou na casa dos 46%. Por outro lado, no Norte e no Nordeste, mais de 76% e de 79% dos domic\u00edlios tinham renda per capita inferior a essa quantia, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Entre as unidades federativas, a maior renda foi identificada no Distrito Federal, com R$ 2.999, e a menor no Maranh\u00e3o, com R$ 900.<\/strong> O estado nordestino tamb\u00e9m se destaca por ter cinco munic\u00edpios na lista dos dez com menores rendas. Os outros ficam em Roraima, Par\u00e1, Pernambuco e Amazonas. S\u00e3o eles:<\/p>\n<ul>\n<li>1) Uiramut\u00e3 (RR) &#8211; R$ 289<\/li>\n<li>2) Bagre (PA) &#8211; R$ 359<\/li>\n<li>3) Manari (PE) &#8211; R$ 359<\/li>\n<li>4) Bel\u00e1gua (MA) &#8211; R$ 388<\/li>\n<li>5) Cachoeira Grande (MA) &#8211; R$ 389<\/li>\n<li>6) S\u00e3o Paulo de Oliven\u00e7a (AM) &#8211; R$ 397<\/li>\n<li>7) Primeira Cruz (MA) &#8211; R$ 414<\/li>\n<li>8) Humberto de Campos (MA) &#8211; R$ 416<\/li>\n<li>9) Maraj\u00e1 do Sena (MA) &#8211; R$ 426<\/li>\n<li>10) Tonantins (AM) &#8211; R$ 432<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>J\u00e1 as cidades com as maiores rendas per capita domiciliares s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>1) Nova Lima (MG) &#8211; R$ 4.300<\/li>\n<li>2) S\u00e3o Caetano do Sul (SP) &#8211; R$ 3.885<\/li>\n<li>3) Florian\u00f3polis (SC) &#8211; R$ 3.636<\/li>\n<li>4) Balne\u00e1rio Cambori\u00fa (SC) &#8211; R$ 3.584<\/li>\n<li>5) Niter\u00f3i (RJ) &#8211; R$ 3.577<\/li>\n<li>6) Santana de Parna\u00edba (SP) &#8211; R$ 3.465<\/li>\n<li>7) Marema (SC) &#8211; R$ 3.440<\/li>\n<li>8) Vit\u00f3ria (ES) &#8211; R$ 3.352<\/li>\n<li>9) Petrol\u00e2ndia (SC) &#8211; R$ 3.308<\/li>\n<li>10) Tun\u00e1polis (SC) &#8211; R$ 3.288<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Desigualdade de renda<\/h2>\n<p>O Censo tamb\u00e9m calculou o coeficiente de Gini, principal indicador de desigualdade de renda, que ficou em 0,542 em 2022, o que configura alta desigualdade. O indicador vai de 0 a 1, e quanto menor o valor, mais igualit\u00e1ria \u00e9 a renda. Entre as regi\u00f5es brasileiras, a \u00fanica abaixo de 0,5 foi a regi\u00e3o Sul.<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p>, author]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-10\/censo-mostra-renda-menor-de-indigenas-e-nas-regioes-norte-e-nordeste\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ Cerca de 41% da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do Brasil vive com menos de um 1\/4 de sal\u00e1rio m\u00ednimo per capita por m\u00eas, segundo dados do m\u00f3dulo sobre Trabalho e Rendimento do Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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