{"id":42215,"date":"2024-09-29T18:12:00","date_gmt":"2024-09-29T21:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/doenca-do-coracao-e-a-2a-enfermidade-que-mais-preocupa-os-paulistanos\/"},"modified":"2024-09-29T18:12:00","modified_gmt":"2024-09-29T21:12:00","slug":"doenca-do-coracao-e-a-2a-enfermidade-que-mais-preocupa-os-paulistanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=42215","title":{"rendered":"Doen\u00e7a do cora\u00e7\u00e3o \u00e9 a 2\u00aa enfermidade que mais preocupa os paulistanos"},"content":{"rendered":"<p> <\/p>\n<div>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a n\u00e3o significa, necessariamente, cuidados para preveni-la, pelo menos no que se refere \u00e0s enfermidades card\u00edacas. Neste Dia Mundial do Cora\u00e7\u00e3o, a pesquisa\u00a0<em>O Cora\u00e7\u00e3o do Paulistano<\/em>, divulgada neste domingo\u00a0(29) pela empresa de pesquisa e intelig\u00eancia de dados Nexus, revela que as doen\u00e7as do principal \u00f3rg\u00e3o\u00a0do sistema cardiovascular est\u00e3o na segunda posi\u00e7\u00e3o entre as maiores preocupa\u00e7\u00f5es do paulistano, atr\u00e1s apenas do c\u00e2ncer e da diabetes.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1727650609_933_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1727650610_121_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>O levantamento apontou que as doen\u00e7as card\u00edacas est\u00e3o na mira das preocupa\u00e7\u00f5es dos paulistanos, na faixa dos 15% dos apontamentos. O c\u00e2ncer lidera com 56% e o diabetes ficou em terceiro lugar, com 12%.<\/p>\n<p>No entanto, a pesquisa revelou tamb\u00e9m que 46% dos entrevistados nunca foram\u00a0ao cardiologista para fazer os exames preventivos. No grupo daqueles que n\u00e3o fazem as avalia\u00e7\u00f5es do cora\u00e7\u00e3o, os jovens entre 16 e 24 anos t\u00eam o \u00edndice mais alto, com 68%. S\u00e3o seguidos por 56% entre os que est\u00e3o na faixa dos 25 a 48 anos.<\/p>\n<p>Os n\u00edveis de renda tamb\u00e9m impactam\u00a0o absente\u00edsmo no que diz respeito ao cuidado com o cora\u00e7\u00e3o. Na faixa de at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo, 56% nunca foram ao m\u00e9dico especialista. Entre os que recebem de um a dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, s\u00e3o 51%, e 48% dos que ganham de dois a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n<p>Quanto aos entrevistados que j\u00e1 consultaram um especialista, 53% deles fizeram a consulta nos \u00faltimos 12 meses, 23% entre um e dois anos, 9% no intervalo de dois e tr\u00eas anos e 14% responderam tr\u00eas anos ou mais. Al\u00e9m disso, um a cada 10 moradores da capital paulista toma rem\u00e9dios para o cora\u00e7\u00e3o com alguma frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Um caso que exemplifica a pesquisa \u00e9 o do aposentado Jos\u00e9 Carlos Mazzali, de 74 anos. Ele sofreu dois infartos. O primeiro em junho de 2019 e o segundo seis meses depois, em janeiro de 2020.<\/p>\n<p>Antes dos sustos, o aposentado nunca tinha feito alguma consulta ao cardiologista. \u201cN\u00e3o havia tido\u00a0qualquer problema com o cora\u00e7\u00e3o antes\u201d, disse. Hoje, ele faz tratamento peri\u00f3dico no Instituto do Cora\u00e7\u00e3o (Incor). Todos os meses faz o exame de TP (tempo de protombina), que mede a espessura do sangue. E de seis em seis meses a consulta regular ao cardiologista, seguida de uma s\u00e9rie de exames.<\/p>\n<p>Para a m\u00e9dica cardiologista Fernanda Weiler, do Hospital S\u00edrio Liban\u00eas, de Bras\u00edlia, \u201capesar do conhecimento de que as doen\u00e7as cardiovasculares s\u00e3o a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo, as visitas regulares ao cardiologista n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o frequentes como deveriam&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Isso se deve principalmente porque essas doen\u00e7as s\u00e3o na maioria silenciosas at\u00e9 que aconte\u00e7a o desfecho de infarto ou AVC [acidente vascular encef\u00e1lico]\u201d, explica.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, devemos considerar a falta de tempo da popula\u00e7\u00e3o e o medo de receber um diagn\u00f3stico s\u00e9rio ao se consultar\u201d, completou Fernanda.<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o da cardiologista \u00e9 que as consultas regulares se iniciem a partir dos 40 anos ou antes, caso haja hist\u00f3rico de morte s\u00fabita precoce na fam\u00edlia, problemas no colesterol ou press\u00e3o alta.<\/p>\n<p>\u00a0A pesquisa foi feita com 2.030 moradores da cidade de S\u00e3o Paulo, com idade a partir dos 16 anos, entre os dias 9 e 11 de setembro. O n\u00edvel de confian\u00e7a do levantamento \u00e9 de 95%.<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p>, Eduardo Correia &#8211; Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2024-09\/doenca-do-coracao-e-2a-enfermidade-que-mais-preocupa-os-paulistanos\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a n\u00e3o significa, necessariamente, cuidados para preveni-la, pelo menos no que se refere \u00e0s enfermidades card\u00edacas. 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