{"id":21855,"date":"2023-05-12T10:00:00","date_gmt":"2023-05-12T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/ibge-inflacao-em-abril-e-de-061-influenciada-pela-alta-de-remedios\/"},"modified":"2023-05-12T10:00:00","modified_gmt":"2023-05-12T13:00:00","slug":"ibge-inflacao-em-abril-e-de-061-influenciada-pela-alta-de-remedios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=21855","title":{"rendered":"IBGE: Infla\u00e7\u00e3o em abril \u00e9 de 0,61%, influenciada pela alta de rem\u00e9dios"},"content":{"rendered":"<p>[<\/p>\n<div>\n<p>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,61% em abril, 0,10 ponto percentual\u00a0abaixo do registrado em mar\u00e7o (0,71%). A alta acumulada da infla\u00e7\u00e3o no ano \u00e9 de 2,72%, enquanto nos \u00faltimos 12 meses \u00e9 de 4,18%. Em abril do ano passado, a varia\u00e7\u00e3o havia sido de 1,06%.<\/p>\n<p>O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, todos os nove grupos de produtos e servi\u00e7os pesquisados apresentaram alta, com destaque para Sa\u00fade e cuidados pessoais, que teve o maior impacto (0,19 p.p.) e a maior varia\u00e7\u00e3o (1,49%).<\/p>\n<p>\u201cO resultado nesse grupo foi influenciado pela alta nos produtos farmac\u00eauticos, justificada pela autoriza\u00e7\u00e3o do reajuste de at\u00e9 5,60% nos pre\u00e7os dos medicamentos, a partir de 31 de mar\u00e7o\u201d, disse, em nota, o analista da pesquisa, Andr\u00e9 Almeida.<\/p>\n<p>J\u00e1 os pre\u00e7os nos planos de sa\u00fade tiveram alta de 1,20%. \u201cHouve incorpora\u00e7\u00e3o das fra\u00e7\u00f5es mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023\u201d, acrescentou o pesquisador.<\/p>\n<p>Os itens de higiene pessoal apresentaram desacelera\u00e7\u00e3o de 0,76% em mar\u00e7o para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).<\/p>\n<p>Outro grupo que contribuiu para o resultado de abril (com 0,15 p.p.) foi o de alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas, com acelera\u00e7\u00e3o de 0,05% em mar\u00e7o para 0,71%. A principal colabora\u00e7\u00e3o foi da alimenta\u00e7\u00e3o no domic\u00edlio, que havia apresentado defla\u00e7\u00e3o no m\u00eas anterior (-0,14%) e teve alta de 0,73% em abril. Impactaram os pre\u00e7os do tomate (10,64%), do leite longa vida (4,96%) e do queijo (1,97%).<\/p>\n<p>Entre os alimentos com pre\u00e7os em queda, destaque para a cebola (-7,01%) e o \u00f3leo de soja (-4,44%). J\u00e1 a alimenta\u00e7\u00e3o fora do domic\u00edlio variou 0,66%, acima da varia\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o (0,60%). O lanche desacelerou de 1,09% para 0,93%, enquanto a refei\u00e7\u00e3o saiu de 0,41% para 0,51%.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o no grupo de transportes desacelerou e teve alta de 0,56%, contribuindo com 0,12 p.p. para o IPCA de abril. Em mar\u00e7o, a varia\u00e7\u00e3o havia sido de 2,11%. \u201cContribu\u00edram para esse resultado a queda de 0,44% dos combust\u00edveis, que haviam registrado alta de 7,01% em mar\u00e7o\u201d, afirmou Almeida.<\/p>\n<p>Apenas o etanol (0,92%) subiu no m\u00eas enquanto \u00f3leo diesel (-2,25%), g\u00e1s veicular (-0,83%) e gasolina (-0,52%) tiveram queda nos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Ainda em Transportes, as passagens a\u00e9reas subiram 11,97% em abril, ap\u00f3s queda de 5,32% em mar\u00e7o, e foram o subitem com maior impacto na infla\u00e7\u00e3o geral (0,07 p.p.). J\u00e1 as tarifas de metr\u00f4 subiram 1,24%, pressionadas pelo reajuste de 6,15% no Rio de Janeiro a partir do dia 12 de abril. O \u00f4nibus urbano teve alta de 1,11%. Os pre\u00e7os dos \u00f4nibus intermunicipais ca\u00edram 0,25%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00edndices regionais, todas as \u00e1reas tiveram alta em abril, com destaque para Campo Grande (0,89%), cujos pre\u00e7os foram pressionados pela energia el\u00e9trica residencial (6,11%). J\u00e1 a menor varia\u00e7\u00e3o foi registrada em Recife (0,16%), com influ\u00eancia das quedas em gasolina (3,41%) e conserto de autom\u00f3vel (2,51).<\/p>\n<h2>INPC tem alta de 0,53%<\/h2>\n<p>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,53% em abril, abaixo do registrado no m\u00eas anterior (0,64%). No ano, o \u00edndice acumula alta de 2,42% e, nos \u00faltimos 12 meses, de 3,83%. Em abril de 2022, a taxa foi de 1,04%<\/p>\n<p>Os produtos aliment\u00edcios tiveram alta de 0,61% enquanto os produtos n\u00e3o aliment\u00edcios registraram infla\u00e7\u00e3o de 0,50%. Todas as \u00e1reas pesquisadas tiveram varia\u00e7\u00e3o positiva, sendo o menor resultado registrado em Recife (0,07%), e a maior, em Campo Grande (0,95%).<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>, author]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2023-05\/ibge-inflacao-em-abril-e-de-061-influenciada-pela-alta-de-remedios\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,61% em abril, 0,10 ponto percentual\u00a0abaixo do registrado em mar\u00e7o (0,71%). A alta acumulada da infla\u00e7\u00e3o no ano \u00e9 de 2,72%, enquanto nos \u00faltimos 12 meses \u00e9 de 4,18%. Em abril do ano passado, a varia\u00e7\u00e3o havia sido de 1,06%. 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