{"id":18737,"date":"2023-03-02T17:44:00","date_gmt":"2023-03-02T20:44:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/coluna-sul-americano-abre-sonho-paralimpico-do-rugby-brasileiro\/"},"modified":"2023-03-02T17:44:00","modified_gmt":"2023-03-02T20:44:00","slug":"coluna-sul-americano-abre-sonho-paralimpico-do-rugby-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=18737","title":{"rendered":"Coluna &#8211; Sul-Americano abre sonho paral\u00edmpico do rugby brasileiro"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Presente nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, mas ausente em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), cinco anos depois, o rugby em cadeira de rodas brasileiro quer retornar \u00e0 Paralimp\u00edada em 2024, em Paris (Fran\u00e7a). A primeira chance ser\u00e1 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago (Chile), em novembro. O campe\u00e3o j\u00e1 se garante na capital francesa. Outra possibilidade ser\u00e1 por meio de uma repescagem mundial, prevista para abril do ano que vem, em local a ser definido.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1677804427_396_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1677804427_60_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>A jornada rumo a Paris inicia no pr\u00f3ximo dia 12, com a primeira edi\u00e7\u00e3o do Campeonato Sul-Americano da modalidade, no Centro de Treinamento Paral\u00edmpico, em S\u00e3o Paulo. O torneio reunir\u00e1 oito equipes, sendo que o Brasil ser\u00e1 representado por duas sele\u00e7\u00f5es: uma principal e outra de desenvolvimento. Os outros participantes ser\u00e3o Argentina, Chile, Col\u00f4mbia, Paraguai, Peru e Uruguai. A competi\u00e7\u00e3o vai at\u00e9 o dia 15, com transmiss\u00e3o ao vivo pelo <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/ABRCRugby\">canal da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC) no YouTube<\/a>. A tabela ainda ser\u00e1 anunciada.<\/p>\n<p>\u201cA principal import\u00e2ncia do Sul-Americano \u00e9 fomentar a modalidade na Am\u00e9rica do Sul. Temos poucas competi\u00e7\u00f5es por aqui, ent\u00e3o \u00e9 uma oportunidade \u00edmpar. A ideia \u00e9 trazer rodagem aos 24 atletas [12 na equipe principal e 12 na de desenvolvimento] para escolhermos os 12 que v\u00e3o ao Parapan\u201d, disse o presidente da ABRC, Jos\u00e9 Higino, \u00e0<strong> Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CpNvqQTuyAD\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\">\n<\/blockquote>\n<p>As duas sele\u00e7\u00f5es foram definidas ap\u00f3s a semana inaugural de treinos da temporada, no CT Paral\u00edmpico, em fevereiro, com 28 atletas. Sete foram chamados pela primeira vez, como o ex-goleiro Bruno Landgraf, que disputou as Paralimp\u00edadas de Londres (Reino Unido) e do Rio na vela. Campe\u00e3o mundial sub-17 no futebol, ele ficou tetrapl\u00e9gico ap\u00f3s sofrer um acidente de carro, em 2006. Bruno, por\u00e9m, est\u00e1 fora neste primeiro momento. Das caras novas, quatro (Cau\u00ea Borges, Giuliano Castro, Matheus Soares e Rodolfo Polidoro) foram chamadas ao grupo permanente &#8211; considerando as equipes principal e de desenvolvimento &#8211; que cumprir\u00e1 uma agenda determinada pela ABRC ao longo da temporada e ter\u00e1 contrato de um ano.<\/p>\n<p>As atividades em S\u00e3o Paulo foram a primeira oportunidade para Benoit Labrecque trabalhar com os atletas desde seu an\u00fancio como novo t\u00e9cnico, em janeiro. O canadense levou o pa\u00eds natal \u00e0 medalha de bronze no Campeonato Mundial de 2006, na Nova Zel\u00e2ndia, e na Paralimp\u00edada de Pequim (China), dois anos depois. Ele dirigiu o time brasileiro entre 2013 e 2014 e ainda comandou Su\u00ed\u00e7a, Su\u00e9cia e Finl\u00e2ndia. Benoit ser\u00e1 o treinador da equipe principal, enquanto Ana Paula Boito Ramkrapes &#8211; respons\u00e1vel pelo Brasil no Parapan de Lima (Peru), em 2019 &#8211; ficar\u00e1 a cargo do time de desenvolvimento.<\/p>\n<p>A \u00fanica participa\u00e7\u00e3o paral\u00edmpica do Brasil no rugby em cadeira de rodas foi em casa. Nas outras cinco edi\u00e7\u00f5es nas quais a modalidade esteve presente, desde Sydney (Austr\u00e1lia), em 2000, o pa\u00eds n\u00e3o foi representado. A meta \u00e9 fazer hist\u00f3ria em Paris e repetir 2022, quando a sele\u00e7\u00e3o se classificou, pela primeira vez, ao Mundial da modalidade, em Velje (Dinamarca), gra\u00e7as ao terceiro lugar na Copa Am\u00e9rica, realizada em Medel\u00edn (Col\u00f4mbia).<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CpD0FeLNnrx\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\">\n<\/blockquote>\n<p>A miss\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil. Atuais vice-campe\u00f5es paral\u00edmpicos, os Estados Unidos poderiam ter &#8220;facilitado&#8221; o caminho se tivessem conquistado o Mundial da Dinamarca, que daria vaga a Paris, mas perderam a final para a Austr\u00e1lia. N\u00e3o bastasse a concorr\u00eancia do time norte-americano, l\u00edder do ranking da World Wheelcheir Rugby (WWR), que \u00e9 a federa\u00e7\u00e3o internacional da modalidade, os brasileiros ainda ter\u00e3o pela frente no Parapan o Canad\u00e1, pa\u00eds que idealizou o rugby em cadeira de rodas, medalhista de prata na edi\u00e7\u00e3o de Lima e ouro quando foram anfitri\u00f5es, em Toronto.<\/p>\n<p>\u201cO desafio \u00e9 grande. Achamos muito dif\u00edcil conseguir vaga [direta] pelo zonal das Am\u00e9ricas [Parapan], que \u00e9 apenas para o campe\u00e3o. Nossa ideia \u00e9 fazer um bom Parapan e buscarmos lugar no qualificat\u00f3rio [repescagem] da Paralimp\u00edada, que ter\u00e1 oito times para tr\u00eas vagas. O Brasil nunca conseguiu vaga \u00e0 Paralimp\u00edada sem ser o pa\u00eds anfitri\u00e3o. Seria a primeira vez\u201d, projetou Higino.<\/p>\n<h2>A modalidade<\/h2>\n<p>O rugby em cadeira de rodas \u00e9 praticado por homens e mulheres com tetraplegia ou grau elevado de comprometimento f\u00edsico-motor. Os atletas s\u00e3o divididos em sete classes (0,5 ao 3,5, variando a cada meio ponto). Quanto menor o n\u00famero da categoria, maior o grau de defici\u00eancia. A soma das classes dos jogadores em quadra (quatro por time) n\u00e3o pode passar de oito.<\/p>\n<p>A partida tem quatro per\u00edodos de oito minutos e \u00e9 disputada em uma quadra com as dimens\u00f5es de uma de basquete (15 metros de largura por 28 metros de comprimento). Os atletas devem ultrapassar a linha do gol rival com as duas rodas da cadeira e a bola (semelhante \u00e0 do voleibol) em m\u00e3os, marcando um ponto. \u00c9 diferente do rugby convencional, no qual cruzar a meta advers\u00e1ria com a bola (que \u00e9 oval) e toc\u00e1-la no ch\u00e3o (o chamado try) vale cinco pontos.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async defer src=\"https:\/\/platform.instagram.com\/en_US\/embeds.js\"><\/script>, Lincoln Chaves &#8211; Rep\u00f3rter da R\u00e1dio Nacional e da TV Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/esportes\/noticia\/2023-03\/coluna-sul-americano-abre-sonho-paralimpico-do-rugby-brasileiro\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Presente nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, mas ausente em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), cinco anos depois, o rugby em cadeira de rodas brasileiro quer retornar \u00e0 Paralimp\u00edada em 2024, em Paris (Fran\u00e7a). 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