{"id":16150,"date":"2022-12-31T11:39:00","date_gmt":"2022-12-31T14:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/corredores-amadores-se-emocionam-na-sao-silvestre-em-sao-paulo\/"},"modified":"2022-12-31T11:39:00","modified_gmt":"2022-12-31T14:39:00","slug":"corredores-amadores-se-emocionam-na-sao-silvestre-em-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=16150","title":{"rendered":"Corredores amadores se emocionam na S\u00e3o Silvestre, em S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Para milhares de pessoas, o ano s\u00f3 termina quando \u00e9 disputada a prova de S\u00e3o Silvestre, a mais tradicional corrida de rua do Brasil, no \u00faltimo dia do ano. H\u00e1 97 edi\u00e7\u00f5es, ela \u00e9 realizada em S\u00e3o Paulo atraindo atletas de todo o mundo, de todas as cores e idades.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/1672501513_562_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/1672501514_621_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>\u201cA S\u00e3o Silvestre \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o\u201d, disse hoje (31) Josi dos Santos, uma corredora amadora da cidade de Campo Alegre, em Santa Catarina. \u201cNo fim do ano tem que ser a S\u00e3o Silvestre\u201d, disse ela, em entrevista \u00e0<strong> Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Josi disputa a prova h\u00e1 dez anos. Mas h\u00e1 tr\u00eas ela tomou a decis\u00e3o de correr acompanhada do marido Edernir, 48 anos, e da filha Camila, uma mulher especial e cadeirante, de 23 anos.<\/p>\n<p>\u201cSempre corr\u00edamos sozinhos. S\u00f3 n\u00f3s dois [ela e o marido]. Mas agora colocamos nossa filha para correr junto\u201d, contou a atleta.<\/p>\n<p>\u201cA gente pensa que \u00e9 uma corrida dif\u00edcil. Mas, para ela [a filha] \u00e9 uma corrida muito acolhedora. Todo mundo a inclui. N\u00e3o somos invis\u00edveis. Antes, a gente era invis\u00edvel. Agora, com ela, a gente n\u00e3o \u00e9 mais\u201d, afirmou Josi.<\/p>\n<p>O marido participa da prova desde 1994. \u201c\u00c9 muita emo\u00e7\u00e3o. N\u00e3o tenho palavras para descrever [como \u00e9 correr a S\u00e3o Silvestre]. \u00c9 muito bacana. S\u00e3o mais de 30 mil atletas participando e eu estou aqui junto [deles]\u201d, disse.<\/p>\n<p>Acrescentou que a meta de correr a prova todos os anos n\u00e3o \u00e9 vencer nenhum atleta africano. Os corredores da \u00c1frica s\u00e3o sempre favoritos. \u201cO objetivo \u00e9 terminar a prova e estar aqui\u201d, disse Edernir.<\/p>\n<h2>Fantasia<\/h2>\n<p>A nutricionista Angela Tim\u00f3teo, 46 anos, participa da S\u00e3o Silvestre h\u00e1 mais de cinco anos. E para marcar o momento, ela sempre decide correr fantasiada, com o marido Valter Barbosa, de 57 anos. Ele, de Chaves. Ela, de Chiquinha.<\/p>\n<p>\u201cNo primeiro ano, eu n\u00e3o estava fantasiada. Mas da\u00ed decidimos vir de Chaves e de Chiquinha e vimos que o pessoal gostou. Todos ficaram felizes de ver a gente\u201d, detalhou.<\/p>\n<p>A emo\u00e7\u00e3o de completar uma prova como essa, disse Angela, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel de se sentir correndo. \u201c\u00c9 s\u00f3 correndo mesmo para voc\u00ea saber. \u00c9 sensacional\u201d, salientou. Para Angela, o ano s\u00f3 termina ap\u00f3s participar da S\u00e3o Silvestre. \u201c[Nosso objetivo em 2023] \u00e9 correr novamente. A gente vira o ano j\u00e1 pensando na S\u00e3o Silvestre do pr\u00f3ximo ano\u201d, brincou ela.<\/p>\n<h2>Energia positiva<\/h2>\n<p>Os pelegrinos do Caminho de Santiago, Assen\u00e7\u00e3o de F\u00e1tima Serrano Dias Santos, 59 anos, e Angelo Mansur Mendes, 60 anos, comprovam que correr a S\u00e3o Silvestre n\u00e3o tem idade.<\/p>\n<p>Assen\u00e7\u00e3o participa da prova pela primeira vez. \u201cEstou ansiosa. Fa\u00e7o caminhadas de longa dist\u00e2ncia. Mas um evento como esse \u00e9 um tanto diferente. E a energia est\u00e1 sendo muito boa. J\u00e1 encontrei amigos e estou feliz. Vou fazer 60 anos no ano que vem. E antes dos 60 eu queria uma [disputar uma] S\u00e3o Silvestre. Agora, quero a medalha para dividir com a fam\u00edlia\u201d, disse ela, que brinca afirmando que a prova \u00e9 uma \u201ccorriminhada [mistura de corrida\u00a0 com caminhada] porque h\u00e1 v\u00e1rios percursos mais pesados, v\u00e1rias subidas\u201d e parte do percurso \u00e9 preciso fazer caminhando, e n\u00e3o correndo.<\/p>\n<p>Angelo Mansur Mendes j\u00e1 correu uma S\u00e3o Silvestre antes. \u201cFoi uma divers\u00e3o. N\u00e3o d\u00e1 nem para correr direito porque \u00e9 muita gente. Mas o povo \u00e9 muito animado. A recep\u00e7\u00e3o do povo de S\u00e3o Paulo \u00e9 fant\u00e1stica, o pessoal que vem de fora tamb\u00e9m, a energia \u00e9 muito gostosa. \u00c9 muito bom estar aqui\u201d, confessou.<\/p>\n<p>Para ele, que j\u00e1 participa pela segunda vez, o trecho mais dif\u00edcil da prova n\u00e3o \u00e9 o final, a temida subida da Avenida Brigadeiro Luiz Ant\u00f4nio, mas o in\u00edcio.<\/p>\n<p>\u201cPara mim, o trecho mais dif\u00edcil \u00e9 o in\u00edcio. Voc\u00ea acha que n\u00e3o vai conseguir. Depois, voc\u00ea come\u00e7a a perceber que relaxa. Na Brigadeiro, no ano passado, at\u00e9 me ofereceram um chopp na subida. Foi muito legal. A gente agora fecha o ano e acredito que o ano que vem ser\u00e1 muito melhor\u201d, finalizou Angelo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>, Elaine Patricia Cruz \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/esportes\/noticia\/2022-12\/corredores-amadores-se-emocionam-na-sao-silvestre-em-sao-paulo\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para milhares de pessoas, o ano s\u00f3 termina quando \u00e9 disputada a prova de S\u00e3o Silvestre, a mais tradicional corrida de rua do Brasil, no \u00faltimo dia do ano. 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