{"id":11865,"date":"2022-09-26T07:41:00","date_gmt":"2022-09-26T10:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/agencia-brasil-explica-importancia-de-vacina-para-prevencao-da-raiva\/"},"modified":"2022-09-26T07:41:00","modified_gmt":"2022-09-26T10:41:00","slug":"agencia-brasil-explica-importancia-de-vacina-para-prevencao-da-raiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/?p=11865","title":{"rendered":"Ag\u00eancia Brasil explica import\u00e2ncia de vacina para preven\u00e7\u00e3o da raiva"},"content":{"rendered":"<p> <\/p>\n<div>\n<p>Assim como outras doen\u00e7as que foram erradicadas e dependem de altas coberturas vacinais para continuar longe dos brasileiros, entre elas a <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2022-08\/campanha-alerta-para-ameaca-de-retorno-da-paralisia-infantil\">paralisia infantil<\/a>, a raiva humana \u00e9 enfermidade causada por v\u00edrus e controlada pela imuniza\u00e7\u00e3o, mas que requer vigil\u00e2ncia constante para n\u00e3o voltar ao ambiente urbano. Na pr\u00f3xima\u00a0quarta-feira (28), \u00e9 celebrado o Dia Mundial de Combate \u00e0 Raiva Humana e, para marcar a data, pesquisadores ouvidos pela <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> destacam os principais pontos para se proteger dessa doen\u00e7a, que quase sempre leva \u00e0 morte.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/1664194737_930_ebc.png\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/1664194737_402_ebc.gif\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Criado em 1973, o Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) levou a vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a a c\u00e3es e gatos de todo o pa\u00eds. O trabalho levou cerca de 30 anos para conseguir fazer com que a raiva deixasse de circular entre animais das cidades, reduzindo o n\u00famero de mortes. Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a raiva humana registrou\u00a0240\u00a0casos de\u00a01986 a\u00a01990, enquanto;\u00a0de 2010 a 2022, foram 45 notifica\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Antes de a vacina\u00e7\u00e3o\u00a0ter\u00a0sucesso, era comum relacionar a raiva a animais\u00a0dom\u00e9sticos. C\u00e3es babando ou com comportamento agressivo fazem parte do imagin\u00e1rio popular como os grandes transmissores da doen\u00e7a. A pr\u00f3pria cadela mais famosa da literatura brasileira, Baleia, \u00e9 sacrificada na obra <em>Vidas Secas<\/em>, de Graciliano Ramos, por suspeita de raiva.\u00a0<\/p>\n<p>Com a vacina\u00a0isso mudou, explica o presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica Veterin\u00e1ria do Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria, N\u00e9lio Batista. &#8220;O ciclo silvestre da doen\u00e7a, envolvendo morcegos, primatas n\u00e3o humanos, raposas, entre outros animais, passou a ocupar lugar de destaque no cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico, que antes era do c\u00e3o&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>Apesar disso, somente a vacina\u00e7\u00e3o mant\u00e9m os animais\u00a0dom\u00e9sticos protegidos da doen\u00e7a. O veterin\u00e1rio explica que em \u00e1reas pr\u00f3ximas a matas ou rurais, \u00e9 comum que cachorros tenham contato com c\u00e3es do mato ou raposas, e que gatos sejam atacados por morcegos. Toda vez que animais silvestres contaminados brigam ou atacam animais\u00a0dom\u00e9sticos sem a vacina, a doen\u00e7a ganha nova chance de chegar \u00e0s \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p>&#8220;Precisamos resgatar o conhecimento, a divulga\u00e7\u00e3o e a sensibiliza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o dessa popula\u00e7\u00e3o em continuar vacinando c\u00e3es e gatos. Porque, se h\u00e1 o v\u00edrus silvestre, h\u00e1 o risco de contaminar c\u00e3es e gatos e reintroduzir a raiva urbana no Brasil, o que seria um desastre para todos n\u00f3s&#8221;, afirma. &#8220;S\u00e3o cen\u00e1rios a que temos que estar atentos, porque foi uma conquista \u00e1rdua, mas, para voltarmos \u00e0 estaca zero, \u00e9 apenas quest\u00e3o de 12 meses, 24 meses, para recrudescer\u00a0um problema j\u00e1 vencido&#8221;.<\/p>\n<p>O veterin\u00e1rio destaca que o equil\u00edbrio ambiental \u00e9 essencial para que a raiva e outras doen\u00e7as transmitidas por animais silvestres permane\u00e7am sob controle, j\u00e1 que tr\u00eas em cada quatro doen\u00e7as emergentes no mundo atualmente passam de animais para humanos.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Quando se degrada uma \u00e1rea ambiental, uma cadeia animal \u00e9 afetada, e quando ela \u00e9 afetada, uma determinada popula\u00e7\u00e3o diminui e outra popula\u00e7\u00e3o animal prospera intensamente. Tudo faz parte de um ciclo&#8221;, explica. &#8220;\u00c9 nesse momento que os pat\u00f3genos que est\u00e3o latentes no ambiente silvestre tomam for\u00e7a, passam a infectar outras esp\u00e9cies e a causar doen\u00e7as novas e doen\u00e7as que estavam contidas apenas nesse ambiente&#8221;.<\/p>\n<h2>Transmiss\u00e3o e sintomas<\/h2>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade explica que a raiva \u00e9 transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo passar tamb\u00e9m por meio de arranh\u00f5es ou lambidas desses animais em mucosas ou feridas.\u00a0<\/p>\n<p>O per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o varia entre as esp\u00e9cies, mas nos seres humanos a m\u00e9dia \u00e9 de 45 dias ap\u00f3s a contamina\u00e7\u00e3o, podendo ser mais curto em crian\u00e7as. Alguns fatores\u00a0reduzem a incuba\u00e7\u00e3o, como a a carga viral inoculada e a facilidade de o v\u00edrus chegar ao c\u00e9rebro a partir do local do ferimento.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a incuba\u00e7\u00e3o, o paciente passa por um per\u00edodo de dois a dez dias com mal-estar geral, pequeno aumento de temperatura, anorexia, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1useas, dor de garganta, entorpecimento, irritabilidade, inquietude e sensa\u00e7\u00e3o de ang\u00fastia.<\/p>\n<p>Depois disso, a doen\u00e7a passa para um quadro mais grave, causando ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, del\u00edrios, espasmos musculares generalizados e convuls\u00f5es. Esses espasmos evoluem para um quadro de paralisia, levando a altera\u00e7\u00f5es cardiorrespirat\u00f3rias, reten\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria e pris\u00e3o de ventre grave. Esse agravamento pode durar at\u00e9 sete dias, e o quadro terminal \u00e9 antecedido por um per\u00edodo de alucina\u00e7\u00f5es, at\u00e9 que o paciente entre em coma e morra .<\/p>\n<h2>Doen\u00e7a letal<\/h2>\n<p>Ainda que seja uma velha conhecida da ci\u00eancia, a raiva raramente tem cura, e mesmo os tratamentos mais atuais dificilmente t\u00eam sucesso. Quando a profilaxia antirr\u00e1bica n\u00e3o ocorre em tempo oportuno e a doen\u00e7a se instala, o protocolo de tratamento da raiva humana inclui a indu\u00e7\u00e3o de coma profundo, o uso de antivirais e outros medicamentos espec\u00edficos, mas a letalidade permanece de quase 100%. Em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica da doen\u00e7a no pa\u00eds, somente duas pessoas sobreviveram.<\/p>\n<p>&#8220;A raiva ainda \u00e9 a doen\u00e7a mais temida do planeta, pelo seu desenlace quase sempre fatal. Os casos de cura s\u00e3o raros&#8221;, alerta N\u00e9lio Batista.\u00a0<\/p>\n<p>De janeiro at\u00e9 o\u00a0in\u00edcio\u00a0de agosto\u00a0de 2022, foram confirmados cinco casos de raiva humana no Brasil, e todos terminaram em morte. Quatro deles foram em uma aldeia ind\u00edgena no munic\u00edpio de Bert\u00f3polis-MG (sendo dois adolescentes de 12 anos e duas crian\u00e7as de 4 e 5 anos), e um no Distrito Federal-DF (adolescente entre 15 e 19 anos). Os casos em Minas Gerais foram transmitidos por morcego, e o caso do DF, por um gato.<\/p>\n<p>O veterin\u00e1rio alerta que, al\u00e9m de vacinar os animais, \u00e9 importante observar comportamentos estranhos que podem ser fruto de doen\u00e7as neurol\u00f3gicas em animais\u00a0dom\u00e9sticos.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Os sinais da raiva n\u00e3o mudaram. O animal muda de comportamento, e o dono sabe melhor do que ningu\u00e9m o comportamento do seu animal. Ele procura locais escuros, tem latido diferente do normal, dilata\u00e7\u00e3o pupilar muito clara e uma tend\u00eancia a atacar objetos, pessoas e, inclusive, seu pr\u00f3prio dono&#8221;, explica N\u00e9lio Batista, que recomenda que os donos desses animais devem buscar centros de controle de zoonoses.<\/p>\n<p>No caso de animais silvestres, fica mais dif\u00edcil perceber esses sinais, mas o veterin\u00e1rio alerta que mordidas ou arranhadas de morcegos, micos, saguis, c\u00e3es do mato e raposas do mato sempre devem ser tratados com seriedade. &#8220;Se for atacado por um animal silvestre, \u00e9 soro e vacina imediatamente&#8221;, diz o pesquisador, que acrescenta que morcegos voando durante o dia ou ca\u00eddos no ch\u00e3o t\u00eam grande probabilidade de estar contaminados.<\/p>\n<h2>Vacina eficaz<\/h2>\n<p>Se, por um lado, a raiva \u00e9 praticamente incur\u00e1vel quando se instala no organismo, por outro, o protocolo p\u00f3s-exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 eficaz, gratuito e seguro. O epidemiologista Jos\u00e9 Geraldo, professor em\u00e9rito da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas de Minas Gerais, explica que a vacina antirr\u00e1bica cont\u00e9m o v\u00edrus morto e \u00e9 capaz de salvar a vida de uma pessoa contaminada se ela buscar uma unidade de sa\u00fade nos primeiros dias depois do ferimento.<\/p>\n<p>&#8220;A vacina da raiva no passado apresentava eventos adversos que n\u00e3o existem mais com esse\u00a0produto\u00a0nova. A gente lamenta muito quando ocorre algum caso de raiva humana, porque se voc\u00ea for atendido em um prazo adequado, a doen\u00e7a\u00a0\u00e9 plenamente preven\u00edvel&#8221;.<\/p>\n<p>Em 2018, um surto deixou dez\u00a0mortos na cidade de Melga\u00e7o, no Par\u00e1, sendo nove menores de idade que n\u00e3o foram submetidos \u00e0 profilaxia antirr\u00e1bica. O epidemiologista explica que, ap\u00f3s uma mordida ou arranhadura, deve-se lavar imediatamente o ferimento com \u00e1gua corrente e abundante, retirando quaisquer res\u00edduos que possam\u00a0ter\u00a0sido deixados pelo animal.<\/p>\n<p>&#8220;Imediatamente, deve-se procurar a unidade de sa\u00fade, porque, dependendo do local da agress\u00e3o e do tipo de animal que fez a agress\u00e3o, existe um protocolo diferente&#8221;, afirma o m\u00e9dico. &#8220;Quanto mais r\u00e1pido a vacina e o soro forem feitos, mais eficazes\u00a0ser\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A gravidade da contamina\u00e7\u00e3o por raiva responde a alguns fatores, como o risco de contamina\u00e7\u00e3o do animal, que \u00e9 maior em morcegos, animais silvestres e outros com sintomas; ferimentos no rosto, pesco\u00e7o, m\u00e3os e p\u00e9s, onde h\u00e1 mais conex\u00f5es nervosas; profundidade da dilacera\u00e7\u00e3o e quantidade de mordidas e arranh\u00f5es. Quanto mais agravantes, maior \u00e9 a chance de o protocolo incluir tamb\u00e9m o soro antirr\u00e1bico, que j\u00e1 cont\u00e9m anticorpos prontos para a defesa do organismo no curto prazo, enquanto a vacina estimular\u00e1 o sistema imunol\u00f3gico nos dias seguintes.\u00a0<\/p>\n<p>A procura por uma unidade de sa\u00fade \u00e9 importante para que o m\u00e9dico avalie o ferimento e decida que\u00a0a\u00e7\u00f5es adotar, segundo <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-de-a-a-z\/r\/raiva\/imagens\/nota-tecnica-n-8_2022-cgzv_deidt_svs_ms.pdf\">Nota T\u00e9cnica do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>. No caso de c\u00e3es e gatos que n\u00e3o t\u00eam sintomas e podem ser observados pelos pr\u00f3ximos dez\u00a0dias, o protocolo prev\u00ea\u00a0o acompanhamento\u00a0do animal\u00a0e a ado\u00e7\u00e3o da vacina somente se ele apresentar sintomas, morrer ou desaparecer.\u00a0<\/p>\n<p>Em alguns casos, o risco de exposi\u00e7\u00e3o faz\u00a0com que a vacina seja usada antes mesmo de qualquer ferimento ocorrer. \u00c9 a chamada profilaxia pr\u00e9-exposi\u00e7\u00e3o, prevista no Brasil para profissionais como m\u00e9dicos veterin\u00e1rios, bi\u00f3logos, profissionais de laborat\u00f3rio de virologia e anatomopatologia para raiva, estudantes de veterin\u00e1ria, zootecnia, biologia, agronomia, agrot\u00e9cnica e \u00e1reas afins.<\/p>\n<p>&#8220;Para esses profissionais de mais risco, o ideal \u00e9 vacinar durante a forma\u00e7\u00e3o, porque os veterin\u00e1rios j\u00e1\u00a0lidam com os animais durante o curso. O\u00a0ideal \u00e9 que seja feita a vacina\u00e7\u00e3o durante a faculdade&#8221;, diz\u00a0o epidemiologista.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>, Vinicius Lisboa &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2022-09\/agencia-brasil-explica-importancia-de-vacina-para-prevencao-da-raiva\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Fonte: Agencia Brasil <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Assim como outras doen\u00e7as que foram erradicadas e dependem de altas coberturas vacinais para continuar longe dos brasileiros, entre elas a paralisia infantil, a raiva humana \u00e9 enfermidade causada por v\u00edrus e controlada pela imuniza\u00e7\u00e3o, mas que requer vigil\u00e2ncia constante para n\u00e3o voltar ao ambiente urbano. Na pr\u00f3xima\u00a0quarta-feira (28), \u00e9 celebrado o Dia Mundial de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11866,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[58],"tags":[],"class_list":["post-11865","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/11865","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=11865"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/11865\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/11866"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=11865"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=11865"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltaredonda.rio.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=11865"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}